BEM-VINDOS A BORDO DEPPMANÍACOS YO HO !!!!

Você está no BlogJohnnyDeppLife / DeppManíacos!!!!! Um dos mais completos Blog´s brasileiro, sobre o ator Johnny Depp, mais conhecido por seu papel como Jack Sparrow na 'Quadrilogia' Piratas do Caribe.
Desde 2009, o DM oferece as últimas notícias e informações sobre o ator.
Obrigada pela visita e volte sempre!
BlogJohnnyDeppLife - DM

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Nos bastidores e subterrâneos de Alice

Originalmente publicado em 1865, “As Aventuras de Alice no País das Maravilhas” (Alice’s Adventures in Wonderland), de Lewis Carroll mudou para sempre o curso da literatura infantil. Para o diretor Tim Burton, a possibilidade de poder colocar sua própria visão em um clássico como o de “Alice no País das Maravilhas” foi impossível de resistir. “Faz parte da cultura”, reflete ele sobre o conto de Carroll, que inspirou inúmeras adaptações para o teatro, a televisão e o cinema. “Então, mesmo que não tenha lido o livro, você reconhecerá algumas imagens ou terá ideias sobre elas. É uma história muito popular.”

“Sou grande fã do livro”, diz Johnny Depp, que estrela no filme como o Chapeleiro Maluco. É um fenômeno em termos de invenção, de realização literária. É tão brilhante, atual e interessante hoje como foi na época.”

“Lewis Carroll tinha uma mente notável e esses livros simplesmente transcendem tempo e lugar”, diz a roteirista Linda Woolverton. “Os personagens são muito diferentes e engraçados e há um pouco de nós em todos eles: a Rainha Vermelha, com sua fúria; o deslumbre de Alice com tudo que vê ao seu redor e a tragédia do Chapeleiro. É material para um ótimo filme.”

Com o sucesso de Alice, Carroll (o nome artístico do Reverendo Charles Lutwidge Dodgson, um acadêmico em matemática da Universidade Christchurch de Oxford, na Inglaterra) tornou-se um dos maiores escritores infantis da época e seis anos depois escreveu “Alice no País dos Espelhos” (Through the Looking-Glass), que foi ainda mais popular do que seu predecessor. Hoje, os dois livros geralmente são publicados juntos sob o título “Alice no País das Maravilhas” (Alice in Wonderland) e sua contínua influência pode ser vista em videoclipes, revistas em quadrinhos, videogames, óperas e artes em geral.

“Uma das razões porque os personagens de Lewis Carroll funcionam bem no cinema é o fato de serem muito criativos e de não haver um modo único de interpretá-los”, diz Anne Hathaway, que estrela como a Rainha Branca. “Porque Lewis Carroll brincou à vontade com palavras e conceitos e também porque os personagens mexem com a imaginação, eu acho que há tantas interpretações quantas imaginações no mundo. Depende de como você vê.”

“De algum modo toca em algo subconsciente”, diz Burton sobre o material. “É por isso que todas essas grandes histórias permanecem, porque elas mexem com coisas que as pessoas provavelmente nem têm ciência num nível consciente. Com certeza tem alguma coisa com relação àquelas imagens. É por isso que foram feitas tantas versões da história.

“Como um filme, sempre foi a história de uma menina passiva que embarca em uma aventura com personagens esquisitos. Nunca se mostrou qualquer tipo de gravidade”, continua Burton. “A tentativa agora foi a de pegar a ideia dessas histórias e moldá-las em algo que não seja literal a partir do livro, mas que mantenha sua alma.

“Eu realmente acredito que Lewis Carroll ficaria fascinado porque o filme é feito com muito respeito e tem raízes profundas no material original”, diz Depp. “A história de Carroll, junto com os personagens, com a visão de Tim Burton é um verdadeiro prazer.”

Incorporando personagens, elementos da história e temas centrais dos livros de Carroll, a versão de “Alice no País das Maravilhas” do diretor Tim Burton leva à história a um outro nível, por assim dizer, mostrando uma Alice crescida quando ela retorna ao lugar que visitou quando criança.

A roteirista Linda Woolverton apresentou a ideia aos produtores Joe Roth, Suzanne e Jennifer Todd. “Linda teve uma ótima ideia”, conta Roth. “Tudo se encaixa, como uma alegoria política – aqueles habitantes não são só loucos, na verdade, são revolucionários. Então, isso me pareceu perfeito em todos os níveis e a Disney era o local certo para isso. E só havia uma opção para diretor, Tim Burton, e por sorte, ele quis fazer o filme.”

Eles me deram um roteiro e disseram: 3D”, conta Burton “E mesmo antes de lê-lo. achei que era intrigante e o que eu gostei no roteiro de Linda foi que ela o transformou numa história, deu o formato de um filme que não é necessariamente o do livro. Então, todos os elementos me pareceram bons.”

Para um cineasta famoso por criar mundos fantásticos e deslumbrantes na tela, a rica tapeçaria de personagens de Lewis Carroll e seu reino mágico deram a Burton uma ampla oportunidade de deixar a imaginação correr solta, misturando técnicas de efeitos visuais, incluindo atores filmados contra telas verdes, personagens de computação gráfica, bem como o 3D. “O incrível nos livros de Carroll é que seu imaginário é muito forte”, diz a atriz Mia Wasikowka. “É por isso que é tão empolgante Tim estar no comando, porque ele é uma pessoa muito visual.”

“Tim Burton é, a sua própria maneira, um Walt Disney dos dias atuais”, diz a produtora Suzanne Todd. “Não há ninguém como ele. E Alice realmente tocou Tim – a ideia de Alice em sua jornada, indo a algum lugar para descobrir quem ela realmente é.”

O que atraiu o diretor ao projeto foi que, diferente dos contos de fadas tradicionais, o bem e o mal não eram muito claros naquele mundo estranho. “O que eu mais no Mundo Subterrâneo é que tudo é meio fora dos padrões, até as pessoas boas. Isso, para mim, é algo diferente.”

Mundo subterrrâneo? “Mundo Subterrâneo”, diz Woolverton, “é a mesma terra fantástica que Alice visitou quando criança. Mas ela entendeu mal ‘’Underland’ (terra subterrânea em inglês) e pensou que se chamasse ‘Wonderland’ (terra maravilhosa). Agora com a menina quase adulta, Alice retorna e descobre que o nome verdadeiro daquela terra é Mundo Subterrâneo. O tempo passou. A Rainha Vermelha controla tudo. É ela quem manda. E o povo do Mundo Subterrâneo precisa de Alice.”

Quando chegou a hora de escolher a atriz para o papel de Alice, os produtores buscaram novos talentos. “Nós vimos muitas atrizes de todas as partes do mundo”, recorda-se o produtor Richard Zanuck. “Todas queriam interpretar este papel.”

“Todo mundo tem uma ideia de Alice e era importante deixar a bagagem de lado e fazê-la realmente uma adolescente o máximo possível, mas também manter alguns aspectos originais de seu personagem. É empolgante levar esses personagens e essas histórias para outra geração”, diz Mia Wasikowska, atriz australiana de 19 anos, que foi escolhida para o papel.

“Eu gostei do jeito dela”, resume o diretor Tim Burton sobre a atriz. “Mia é incrível”, diz Depp. “Ela é uma coisinha maravilhosa de outro planeta. Para mim, foi ótimo trabalhar com Mia que é linda, maravilhosa, doce, a perfeita Alice.”

“Alice No País Das Maravilhas” marca o sétimo trabalho de Tim Burton com Johnny Depp desde o primeiro filme que fizeram juntos – “Edward Mãos de Tesoura”, em 1990.
.
“É incrível”, diz Depp, “tendo trabalhado com Tim há 20 anos, eu tive a oportunidade de vê-lo crescer. Ele é único e muito especial, um cineasta brilhante. Qualquer coisa que Tim quiser que eu faça é uma verdadeira honra”, assume. “Além disso, a combinação de poder interpretar o Chapeleiro Maluco e pegar o que Lewis Carroll fez e o que é a visão de Tim, e depois inserir minha própria interpretação… é a realização de um sonho”, completa.

O Chapeleiro deu a Depp a oportunidade de criar mais um personagem singular. “Foi um grande desafio encontrar algo diferente, definir o Chapeleiro Maluco em termos de cinema”, diz o ator. “Ele tem uma habilidade para transformação que é fabulosa”, explica o produtor Richard Zanuck sobre Depp. “Não há ninguém capaz de fazer esses personagens excêntricos, fora dos padrões e loucos como Johnny. Ele tem uma maneira de ser engraçada e louca, porém comovente. Ele é um dos maiores atores do mundo, ele assume riscos maiores do que qualquer outro grande astro.”

Conforme o ator desenvolvia o personagem, Depp descobriu o que os chapeleiros da época frequentemente sofriam de envenenamento por mercúrio. “A expressão ‘louco como um chapeleiro’ vem, na verdade, de chapeleiros da vida real, que faziam chapéus tipo cartola”, diz ele. “A cola que eles usavam tinha alto teor de mercúrio e manchava suas mãos, eles ficavam meio patetas por causa do mercúrio e depois enlouqueciam.”

Depp achou que todo o corpo do personagem, não apenas a mente, estaria afetado pelo mercúrio, e pintou uma aquarela do Chapeleiro com cabelos cor de laranja, rosto de palhaço e olhos verdes de tamanhos diferentes. “Eu simplesmente sabia como ele era”, diz ele sobre o visual final do Chapeleiro. “Quando fui para o trailer de maquiagem o processo simplesmente aconteceu. É muito raro que tudo seja tão rápido. A única vez que isso aconteceu nesse nível foi com o Capitão Jack.”

Para interpretar a petulante governante do Mundo Subterrâneo, a Rainha Vermelha, Burton convidou a sua parceira da vida real, a atriz, indicada ao Oscar Helena Bonham Carter. “Ela não governa com base em nenhuma justiça ou lealdade, mas através do terror”, diz Bonham Carter. Eu corto a cabeça das pessoas. É a minha solução para tudo.

“Helena é uma atriz destemida”, diz o produtor Joe Roth. “Ela não teme ser este personagem incrivelmente demoníaco. Ela está praticamente um ogro. O engraçado é que ela faz isso de uma forma meio infantil.”

Enquanto a cabeça de Bonham Carter é digitalmente aumentada cerca de duas vezes o tamanho normal no filme final, a atriz ainda tinha que passar pela cadeira de maquiagem diariamente para se transformar na Rainha Vermelha. “Levava umas três horas”, conta ela. “Mas eu adoro ser nobre. Mas o grande problema foi que eu perdia a voz quase todo dia às 10 horas da manhã, porque ela grita muito. ‘Cortem-lhe a cabeça! Cortem-lhe a cabeça! É bem exaustivo perder o controle o tempo todo.”

Em contraste, Mirana, a Rainha Branca, a irmã caçula da Rainha Vermelha, tem um modo de ser gentil e tranquilo – com um lado obscuro oculto. Anne Hathaway foi escolhida para interpretar a mais sutil das irmãs, “Quando eu estava tentando entendê-la, eu dizia para mim mesma: ‘ela é uma pacifista vegetariana punk-rock. Então, eu ouvi muito Blondie, assisti a muitos filmes de Greta Garbo e vi muitos trabalhos de Dan Flavin. E um pouco de Norma Desmond também foi incluído. E ela meio que emergiu.”

Hathaway até mesmo andava como uma nobre subjugada. “Eu percebi que quanto mais languida eu fazia meus braços, mais eu parecia estar deslizando”, conta ela. “Parece que ela está sobre rodas”, brinca Depp. “Ela meio que desliza e suas mãos começam a falar antes dela. As mãos têm personalidade própria.”

Para interpretar Ilosovic Stayne, o evasivo Valete de Copas de um só olho da Rainha Vermelha, Burton convidou o ator, cineasta, músico e escritor Crispin Glover. “Eu o conheci no início dos anos 1980”, conta Burton. “Ele é um sujeito muito singular. É um homem realmente da renascença. Não há muitas pessoas que fazem filmes e depois fazem seus próprios filmes e sua própria arte e vivem sua própria vida do modo como ele faz. Ele é ótimo. Tem uma presença visual fantástica.”

O coastro Depp trabalhou com Glover em filmes anteriores. “Eu sempre o admirei como ator – sempre achei que ele era meio revolucionário em sua abordagem”, elogia Depp. “O que Crispin trouxe ao papel é uma qualidade de astro de rock, um belo visual dark, diferente, como um astro de rock. Com o tapa-olho, ele parece aqueles desenhos legais de Harry Clark com vida.”

“Era importante, na minha opinião, ter um forte e verdadeiro sabor britânico”, diz Burton sobre o elenco de vozes de “Alice no País das Maravilhas”, que inclui Alan Rickman como a Lagarta, Michael Sheen como o Coelho Branco, Stephen Fry como o Gato Risonho, Timothy Spall como Bayard o Cão, Barbara Windsor como Domindongo, Christopher Lee como Jaguedarte, Michael Gough como Dodô e Paul Whitehouse como a Lebre de Março. “Há muitas pessoas que eu sempre admirei.”Eu sempre tentei fazer as vozes de personagens animados não excessivamente como personagens animados, e eles todos sentiram que estavam no mesmo mundo”, completa o diretor.

“Eu gostaria de poder ter colocado uma fantasia e corrido por aí de orelhas e rabo”, diz rindo Michael Sheen, que fez a voz do Coelho Branco. “Infelizmente, só fui ao estúdio de som fazer a voz.”

Agradeço a pipocamoderna.virgula.uol

Alice continua em 1º nos EUA. Filme de Robert Pattinson some

“Alice no País das Maravilhas” permanece em 1º lugar pelo terceiro fim de semana seguido nos EUA. O filme de Tim Burton já passou dos US$ 265 milhões em bilheteria doméstica e soma impressionantes US$ 565,8 milhões em todo o mundo.

A façanha é recorde pessoal do diretor. Até então, seu filme mais bem-sucedido era “A Fantástica Fábrica de Chocolate”, que arrecadou ao todo US$ 474 milhões. Também é um bom argumento a favor dos cineastas que imprimem um estilo pessoal em seus filmes. Burton sempre fez o tipo de filme que quis e como quis, criando uma espécie de gótico infanto-juvenil que o diferencia de todos os demais.

Não se sabe exatamente porquê, mas a fantasia de Tim Burton só estreia por aqui em 21 de abril, no feriado de Tiradentes.

O resto do ranking foi marcado por filmes estreantes.

Em 2º lugar, a adaptação do livro ilustrado “Diário de um Banana” teve uma estreia acima das expectativas da indústria, com US$ 21,8 milhões e média elevada de US$ 7 mil dólares por sala. A comédia foi filmada com um orçamento de apenas US$ 15 milhões e ainda não tem previsão de estreia no Brasil.

A comédia romântica/de ação “Caçador de Recompensa”, quase empatou com o “Banana”, abrindo com US$ 21 milhões, apesar de ter recebido péssimas críticas. Estrelada por Jennifer Aniston e Gerard Butler, chega no Brasil em 16 de abril.

Outra estreia ocupa a 4ª posição. O thriller futurista “Os Coletores” (Repo Men) teve uma abertura considerada péssima, faturando apenas U$ 6,15 milhões. O valor está abaixo das expectativas do estúdio, que já eram pessimistas para começar. Com Jude Law no papel de cobrador de dívidas de órgãos implantados, o filme só chega – se chegar – nos cinemas brasileiros em 17 de setembro.

O 3º lugar da semana passada fecha o Top 5: a comédia “Ela é Demais Pra Mim”, que chega por aqui em 21 de maio.

“Zona Verde”, com Matt Damon, que tinha estreado em 2º no último fim de semana, caiu para 6º lugar. Mas a maior queda ficou por conta do novo drama estrelado por Robert Pattinson.

“Lembranças” tinha aberto em 4º lugar na semana passada e não resistiu às críticas negativas. Apesar da campanha barulhenta das fãs, que se manifestaram em vários sites (aqui inclusive) em defesa do trabalho do astro, pouca gente se importou em conferir o filme em sua 2ª semana. O pior é que ele teve até aumento na quantidade de salas em que está sendo exibido. Agora, o drama está em 10º lugar e a perspectiva é que saia de cartaz aos poucos e sem novas reclamações.

A companheira de Robert na “Saga Crepúsculo”, Kristen Stewart, também apareceu com filme novo neste fim de semana. Mas “The Runaways” abriu em apenas 244 salas em todos os EUA – 12% do total reservado para filme do galã da franquia – o que o deixou em 18º lugar.

A expectativa, entretanto, é bastante positiva. Bem avaliado pela crítica – 65% de aprovação entre a elite que define o tomatômetro, nota de um filme baseada na avaliação da nata dos críticos americanos -, “The Runaways” deve ter aumento de salas nos próximos dias e deixar “Lembranças” – que só atingiu 21% entre a elite do tomatômetro – para trás já na semana que vem, numa disputa particular entre os dois atores.

Agradeço a pipocamoderna.virgula.uol

Alice no País das Maravilhas bate recorde de bilheteria

O 3D veio mesmo para ficar – e bater recordes de bilheteria. O filme “Alice no País das Maravilhas”, de Tim Burton, estreou no último fim de semana nos EUA estabelecendo um novo recorde de arrecadação. Foi a maior abertura de março da história de Hollywood. De fato, foi maior que a de qualquer outro filme lançado fora do período das férias do verão americano (entre maio e julho).

O filme de Tim Burton arrecadou US$ 116.3 milhões no mercado doméstico e mais de US$ 200 milhões em todo o mundo – e olha que vários países, como o Brasil, ainda não estrearam a produção. É bem mais que os US$ 77 milhões de “Avatar” em seu primeiro final de semana, em dezembro do ano passado.

Os números do 3D tendem a se tornar cada vez mais inflacionados. Graças ao sucesso de “Avatar”, mais salas de cinema foram convertidas ou inauguradas para receber filmes no formato. E os ingressos de 3D são mais caros.

“Alice no País das Maravilhas” conseguiu também se tornar a mais bem sucedida parceria entre Tim Burton e Johnny Depp, ultrapassando com folga os US$ 56.2 milhões de “A Fantástica Fábrica de Chocolate” (2005), maior estreia da dupla até então.

O filme é ainda a melhor estreia de toda carreira de Tim Burton e a segunda melhor da de Johnny Depp, perdendo apenas para “Piratas do Caribe: O Baú da Morte” (2006).

Agradeço a pipocamoderna.virgula.uol

Alice faz maravilhas na bilheteria e bate recordes no Brasil

Com um público estimado em 875 mil pessoas e renda aproximada de R$ 10,5 milhões, o fim de semana de estreia de “Alice no País das Maravilhas” se tornou a maior bilheteria de abertura da história da Disney no Brasil – 12% acima de “Piratas do Caribe 3″, recorde anterior do estúdio no país.

Mais: “Alice no País das Maravilhas” superou o primeiro fim de semana de “Chico Chavier” (R$ 6,1 milhões) e se tornou a maior estreia do ano. O filme de Tim Burton ainda foi o 4ª da História a superar os R$ 10 milhões em seus primeiros três dias em cartaz no Brasil.

“Alice no País das Maravilhas” estreou nos cinemas brasileiros no dia 23 de abril em cerca de 450 salas. 129 destas salas exibiram cópias em 3D, que foram responsáveis por 47% do total de público e 58% do total de renda bruta. Com isso, a produção também superou “Avatar” como a maior estreia de um filme em 3D no país.

O longa-metragem dirigido por Tim Burton Alice no País das Maravilhascompleta sua semana de estreia nacional quebrando recordes históricos da Disney Brasil e do cinema no país!
"Alice" já é a estreia mais bem-sucedida do ano no Brasil em 2010, somente no primeiro fim de semana em cartaz, mais de 876 mil pessoas foram visitar o novo País das Maravilhas criado por Burton nos cinemas e arrecadou cerca de R$ 10.600.000!
Como se não fosse o suficiente, "Alice" superou Avatar como a maior abertura de um filme em 3D no país, houve até cinemas que encomendaram o projetor digital 3D devido à estreia do filme por aqui! Isso é que usar o projetor pela primeira vez com estilo!
Alice no País das Maravilhas segue em exibição nos cinemas nacionais em versões dubladas, legendadas, com 3D, sem 3D, e em IMAX 3D! E deve continuar em cartaz nas salas 3D pelo menos até o final do mês de Maio, que é quando chega o próximo filme que utilizará a tecnologia: Fúria de Titãs (Warner).

Agradeço a pipocamoderna.virgula.uol

Conheça o segredo do País das Maravilhas

By: Luciano Ramos
Por: pipocamoderna

Este texto poderia ser considerado um spoiler, se “Alice no País das Maravilhas” fosse um filme de suspense. Mas há de fato uma maciça dose de mistério cercando esse trabalho de Tim Burton. Vejamos: por que motivo ele atribuiu à protagonista a idade de 19 anos, colocando-a como herdeira de um poderoso empresário de comércio internacional? E por que, na última cena, ela toma um navio mercante em direção à China, no comando de uma missão de negócios, ostentando uma anacrônica gravata masculina?

Para facilitar a fruição do filme, uma explicação deveria ser apresentada logo na abertura, talvez num letreiro, como fez George Lucas em “Guerra nas Estrelas”. O procedimento esclareceria a complexa estratégia que ele adotou para adaptar o livro do inglês Charles Dodgson (1832-1898), publicado sob o pseudônimo de Lewis Carrol em 1865 – ano em que se iniciou uma guerra de 4 anos entre a China a Grã Bretanha, que ficou conhecida como a 2ª Guerra do Ópio. O que era mesmo aquilo que a lagarta azul fumava de um narguile, sentado num cogumelo?

O que ela iria comprar e vender no então chamado Império do Meio? A pista para responder esta pergunta está na história. Naquela época, os britânicos importavam seda, porcelana e chá – bebida da qual a Rainha Vitória era dependente, junto com a totalidade de seus súditos. Ingerir essa infusão de ervas era um hábito tão importante que servira de gancho para uma revolta considerada um dos estopins da guerra da Independência dos Estados Unidos: a “Boston Tea Party”, de 1773. Naquele ano, o Parlamento inglês entregara o monopólio do comércio do chá à Companhia das Índias Orientais, que pertencia a uma maioria de capitalistas ingleses. Em resposta, os americanos jogaram ao mar o carregamento de chá dos navios da companhia que estavam no porto de Boston.

A balança comercial era desfavorável aos britânicos, que tinham comprado 12.700 toneladas de chá em 1720 e, em 1830, já tinham passado de 360 mil toneladas. Por outro lado, na primeira metade do século 19 o ópio representava o grosso das exportações britânicas para a China, porque era a mercadoria que mais interessava aos consumidores. Assim, quando a sua importação foi proibida pela dinastia Qing, os britânicos lhe declararam guerra.

Produzida em alguns locais da Índia e do Oriente Médio, que na época era ocupado pelo Império Otomano, a droga era vendida ilegalmente aos chineses por mercadores ingleses que a trocavam basicamente por seda, porcelana e chá. Será por acaso que esses produtos dominam a cena de Alice, por meio do Chapeleiro Louco e seus comensais − a Lebre de Março, o Gato Risonho e o Coelho Branco? Nessa sequencia central do filme, que é a “Mad Tea Party”, Alice se encontra com a “elite social” do País das Maravilhas e é escondida dentro de um bule.

O nome original do país com o qual a menina Alice sonhava todas as noites desde os 6 anos, aliás, era simplesmente “Underland” – o underground, instância social em que se situavam as transações mercantis envolvendo o produto aspirado pela Lagarta Azul que, ao fim da história, “morre” para se transformar em borboleta da mesma cor. Aí a simbologia se completa: ao longo da história, os ingleses trocam o comércio subterrâneo de escravos e drogas por mercadorias mais nobres, como produtos manufaturados.

Na versão de Tim Burton, antes de recusar o pedido de casamento do filho de um Lorde, a Alice de 19 anos cai na toca do Coelho e experimenta na carne as mesmas aventuras com as quais sempre sonhara. É importante notar que essa queda se prolonga por vários minutos e, ao seu término, a personagem cai sentada sobre o teto de uma sala, com os cabelos para cima. Ao olhar em torno, ela depara com um candelabro em que as velas se acham com a chama virada para baixo e, aí, cai ao chão. Isso indica que o fundo da toca coincide com um local antípoda à Europa, ou seja, o extremo oriente do planeta, onde se localiza a China.

Após o término da fantástica aventura no mundo subterrâneo, ao sair do buraco, ela encara o mundo real: recusa o pedido de casamento e chama o pai do noivo para uma conversa privada. É quando ela lhe propõe sociedade num empreendimento comercial no império da Grande Muralha.

A “Interpretação dos Sonhos” de Sigmund Freud só seria lançado três décadas depois. Mas, mesmo assim, a protagonista deve ter vislumbrado retalhos de uma realidade futura por trás dos símbolos contidos naqueles sonhos recorrentes desde a infância. E, numa pré-munição, visto um confronto interno entre brancos e vermelhos. Branco, como a droga e como era designado o próprio chá chinês obtido da camellia sinensis – chá branco. E vermelho, como é a bandeira da China, que na marinha britânica também é a cor da bandeira que representa guerra. Uma batalha da qual ela mesmo participaria a ponto de empunhar espada para defender um dos lados. De fato, os ocidentais venceram a Guerra do Ópio e, em resultado a China abriu 50 de seus portos para o comércio com estrangeiros e a ilha de Hong-Kong permaneceu sob o domínio inglês até 1997.

Em outras palavras, a hipótese é que Tim Burton e a roteirista Linda Woolverton desenvolveram duas histórias para o filme, uma recheando a outra, como num sanduiche narrativo. Pode ter decidido isso para poder trabalhar com dois níveis de dramaturgia, fazendo com que o plano do discurso realista enfatize e valorize a narrativa fantástica do País das Maravilhas – como, aliás, foi que construiu Guillermo Del Toro em “O Labirinto do Fauno” (2006) -, que termina com um insight de uma viajem de negócios para a China. Uma alegoria surreal e onírica sobre o colonialismo britânico, em busca das maravilhas da China.

Agradeço a pipocamoderna.virgula.uol

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Trilha sonora de 'Alice'

Por Danny Elfman

01. Alice's Theme
02. Little Alice
03. Proposal/Down The Hole
04. Doors
05. Drink Me
06. Into The Garden
07. Alice Reprise #1
08. Bandersnatched
09. Finding Absolem
10. Alice Reprise #2
11. The Cheshire Cat
12. Alice And Bayard's Journey
13. Alice Reprise #3
14. Alice Escapes

Você Sabia?

Johnny Depp assistiu à comédia escocesa "Rab C. Nesbitt" (1990) para aperfeiçoar o sotaque de Glasgow de seu personagem.
Nos minutos iniciais do filme, há uma foto da lua, em que o rosto do Gato Risonho é rapidamente visível.
A Rainha Vermelha pergunta a Stayne se é melhor ser temido do que amado, se não for possível ser os dois. Ele afirma que é melhor ser temido do que amado. Esta é uma referência a uma famosa citação de O Príncipe de Maquiavel, onde ele faz a mesma pergunta, e responde: "A resposta é que é preciso ser ao mesmo tempo amado e temido, mas como é difícil uni-los em uma pessoa, é muito mais seguro ser temido do que amado."
O escritório em Londres do diretor Tim Burton pertenceu a Arthur Rackham, famoso ilustrador inglês que criou desenhos icônicos para a edição de "As Aventuras de Alice no País das Maravilhas" de 1907.
A poção que Alice bebe para encolher é chamada de Pishsolver. O bolo que ela come para crescer chama-se Upelkuchen.

Para ler mais sobre 'Alice', tá ae o link:


Agradeço a johnnydepp.com.br

'Alice' 3D estreia em 125 salas brasileiras e luta contra a pirataria

Seguindo a tendência dos óculos com lentes bicolores bem presos no nariz e tecnologia estereoscópica, o longa-metragem “Alice no País das Maravilhas”, de Tim Burton, estreou na última sexta-feira (23) sua versão 3D em 125 salas brasileiras.
Baseado (não muito, é verdade) no livro de Lewis Carrol, o filme aposta no formato que consagrou “Avatar” como um grande fenômeno de bilheteria, mas com uma fórmula diferente de composição, realizada em dois longos módulos: primeiro, uma filmagem em 2D nos sets vazios com os atores, e depois, um processo minucioso de acabamentos e cenários em 3D.
Para muitos críticos - dentre eles James Cameron -, o procedimento para atingir os ambientes tridimensionais por meio dessas duas etapas não tira o máximo proveito dos recursos possíveis da tecnologia, no entanto, Burton já declarou, em março, que seu único objetivo é “adicionar uma camada extra de sensações” e não renovar os cenários cinematográficos, como fez o criador do universo de Pandora e N’avi.
Em coletiva durante o nascimento de seu filme, o diretor chegou até a dizer que, embora seja a nova onda, o 3D não salvará o cinema e que ele não faz parte do grupo que acredita que “basta ser tridimensional para ser bom”.
Se existe uma semelhança irrefutável entre “Avatar” e “Alice”, esta deve ser a batalha contra a pirataria das produtoras responsáveis pelo mundo, visto que, no Brasil, camelôs do centro da cidade de São Paulo e da região próxima à Avenida Paulista já comercializavam versões do longa-metragem custando menos de quinze reais.
Por sites de torrents e compartilhamento, a incidência é ainda maior: desde o começo de abril, de acordo com o blog
Torrent Freak, o filme é o segundo mais baixado por toda a rede, perdendo apenas para “A Ilha do Medo”.
Já vias legais, as salas que exibirão “Alice no País das Maravilhas” 3D em Imax no circuito paulistano possuem longas filas de espera, com previsão de ingressos disponíveis para daqui duas semanas ou mais.
Em sua estreia internacional, o filme de Tim Burton arrecadou mais de 116 milhões de dólares de bilheteria, superior ao primeiro fim de semana em que “Avatar” pintou nas telas dos cinemas americanos.

Agradeço a johnnydepp.com.br

sábado, 24 de abril de 2010

Alice no País das Maravilhas no "OmeleTV"

O programa online do site Omelete de número 74 teve um bloco dedicado à Alice no País das Maravilhas, em que alguns editores do site comentaram um pouco sobre o filme, livros e sobre Tim Burton, e como já é de nosso conhecimento, mais uma vez o filme divide opiniões, na verdade, deixa até mesmo uma única pessoa dividida.

Gente, tá ae o link do vídeo:



Por Érico Borgo, Marcelo Forlani e Marcelo Hessel

Na cozinha de hoje teremos… chá! Isso mesmo, omelenautas de plantão. Chá maluco em homenagem à esperada estréia nos cinemas de Alice no País das Maravilhas. E fora isso, ainda um belo papo sobre Sandman, umas espiadas de Érico Borgo pela janela, uma Omelista controversa e (mais) um e-mail com ameaças de morte!!!

E vamos ao principal dessa edição:

Bloco 2

A estréia de Alice no país das Maravilhas
Tim Burton tá devendo?
Dicas de livros: Alice
O próximo filme de Tim Burton
Exposição sobre a obra de Tim Burton no MoMA de Nova York

Agradeço a johnnydepp.com.br

sexta-feira, 23 de abril de 2010

''The Rum Diary'' é exibido na Califórnia

A adaptação para os cinemas de Bruce Robinson para o romance The Rum Diary escrito por Hunter S. Thompson, estrelando Johnny Depp, teve uma sessão teste no dia 21 de abril na Califórnia, e algumas reviews começaram a aparecer na internet em fóruns, sites e Twitter, algumas delas você confere a seguir. Lembrando que essas opiniões não são de críticos e sim de pessoas que estavam presentes na exibição do longa que foi filmado há um ano atrás, mas ainda não há previsão de estréia.
Em qualquer sessão teste há a chance do filme estar incompleto.
The Rum Diary estava descrito como ''em progresso,'' no entanto tinha títulos e trilha sonora. O filme estava cotado para estrear no Festival de Cannes deste ano, mas não foi selecionado para competir. De acordo com o artigo que traz as seguintes citações do público, é possível que a premiere seja no Festival de Toronto, o que significa que sua estréia não acontecerá antes de setembro, se isso for verdade. No filme, Johnny interpreta Paul Kemp, o segundo alter-ego de Thompson de sua carreira. Raoul Duke, no filme de Terry Gilliam, Medo e Delírio (Fear and Loathing in Las Vegas, 1998) foi o primeiro.
DharmaBum do
Fórum JDZ: ''Cheguei da sessão teste de The Rum Diary há duas horas atrás e o sorriso ainda não deixou meu rosto. Bravo. Inacreditável (...) The Rum Diary é uma pesarosamente bela poesia à Hunter. Menos coisas bobas que se lê nas sinopse - bebidas, drogas e luxúria - e mais sobre a medida do homem... projetando distrações, encontrando sua voz, mantendo-se de pé e lutando por uma boa causa, seja com uma caneta ou, hum, outros meios. O filme (...) amadurece os temas de Hunter da maneira certa. Johnny dá absolutamente uma transformação como performance.''
Rob do site
Film Drunk: ''Não é Medo e Delírio, mas tudo bem. A interpretação de Depp de um Hunter mais jovem tem toda a familiaridade que amamos, mas ele não está familiarizado com as drogas, ele ainda é só um alcoolatra, formando seus grandes ideais.Seu aliado desta vez já é um camarada [Aaron Eckhart como Sanderson]. Mas Giovanni Ribisi que rouba a cena (...) E por fim, Amber Heard é a sereia de meus sonhos. ''

@KitCatFilms no Twitter: ''
The Rum Diary: como livro não, mas como filme, eu na verdade amei (...) Adorei Depp e [Giovanni] Ribisi. Não é tão bom quanto Medo e Delírio, mas se você é um fã de Hunter S. Thompson, apreciará o que fizeram. Eu gostei. Depp é realmente o mais próximo que podemos ter de nosso incrível Hunter.''

@AmandaLaskin no Twitter: ''Se for esperto, vá assistir
The Rum Diary, estrelando Johnny Depp! É uma obra-prima!''

Agradeço a johnnydepp.com.br

Estreia de 'Alice' HOJE!!!

Gente, então vamos lá!!!
Hoje é a estreia de Alice no País das Maravilhas no Brasil!!!
Quem gostou dá um gritou e levanta a mão!!! [Aaaaaah \o/////]
VOCÊS NÃO PODEM PERDER!!!
Hoje, eu terei a minha sessão as 17:00hrs, que será a primeira aqui!!!
E olhem que demaiiis?!?!
EU FUI A 1ª DAQUI A COMPRAR INGRESSO DAQUI!!!!
Aplausos pra mim e zaz zaz... hehe'
Tá bom, parei!!
Então tá, DEPPMANÍACOS, foi esse o meu recado!!
Nos vemos no cinema, ok?!?

Beijoss